domingo, 30 de agosto de 2009

Me deixa, que hoje eu tô de bobeira - O RAPPA


"Hoje eu desafio o mundo
sem sair da minha casa
Hoje eu sou um homem mais sincero
e mais justo comigo."

Mais dicas


Outro livro bom, indicado no blog da Mariinhaa (www.umamansardaemlisboa.blogspot.com) é o livro "Pepeleta: a geração da utopia". O mesmo relata a luta de homens e mulheres angolanos pela independência,durante a guerra civil. Vou conferir.

Dica de livro



Um dos maiores telecinéticos do planeta, aluno prodígio da Fundação Cosmos, o pequeno Rigel descobre que sua família ainda está viva, que seu pai o tinha como morto, e toda a vida que conheceu foi calcada em mentiras.


Poderia escapar à telepatia de seus professores ou à clarividência dos amigos? Só há uma forma de evadir um paranormal: Teria de perder a si mesmo para reencontrar sua família.


Seu pai não o compreenderia. Seus mestres o perseguiriam. Seus amigos seriam deixados para trás. Mas quando se viu cara a cara com aquela fotografia, sabia que havia apenas uma coisa a ser feita.

Precisava fugir.

Fuga de Rigel é um romance paranormal escrito por Diogo de Souza para você devorar... ou ser devorado!




Este meu final de semana não sai de casa,por algumas razões óbvias. Primeiro porque estava com uma forte gripe e faringite. Outra, que estava com muita preguiça, com vontade de ficar de perna para o alto devorando meus livros ou vendo algo interessante na TV, que foi exatamente que fiz. Comecei a ler um livro indicado por uma grande amiga, amante de leituras. O livro tem o título "Fuga de Higel". Muitooo bom! Eu recomendo para quem gosta de ler.

domingo, 23 de agosto de 2009

SERÁ QUE AS RUAS SÃO ADAPTADAS PARA AS MULHERES?



Tudo bem que hoje o tema social, está voltado para a inclusão dos portadores de necessidades especiais. Mas, alguém já reparou para ver que as ruas não são adaptadas para as mulheres andarem à pé?...sendo assim, deveria via de regra , as mulheres nascerem motorizadas.Pois, ao ver uma mulher descendo uma ladeira com sapato ou sandália de salto alto me lembra uma "gueixa" andando. Foi assim, que me senti um dia que me aventurei a andar um quarteirão com salto alto e que tive que descer uma ladeira. Sem contar que as calçadas que andei eram compostas por pedrinhas portuguesas mal colocadas, que me fazia andar como pisando em ovos. Qualquer descuido era fatal. O medo de cair era tão intenso que até a minha bolsa que era de mão, passou a ser de ombro, temendo a eventualidade de uma queda e de levarem-na. Em outras calçadas, a eminência de perigo aumentava em dias de chuva, pensava eu, devido a possibilidade de escorregos. Claro que meu olhar se debruçou na minha experiência. Mas, fico pensando do quanto o dinheiro recolhido dos impostos está indo ao encontro da segurança e bem estar do cidadão menos favorecido, mas que contribui sem alternativas no asseguramento dos impostos contidos em tudo que faz parte da sua cesta básica de alimentos.

sábado, 22 de agosto de 2009

Vibrador e orgasmo




Esta semana dando umas voltas na net, alguns post me chamaram a atenção quanto a elevação da preferência do vibrador, durante a prática sexual entre casais. Daí, resolvi fazer uma pesquisa sobre o tema e descobri algumas curiosidades acerca da sua origem que decidi compratilhar neste blog.

Transcorria o ano de 1880, cansado de masturbar manualmente as suas pacientes, o doutor Joseph Mortimer Granville patenteia o primeiro vibrador eletromecânico com forma fálica. Durante o século XIX, a massagem clítoriana era considerada o único tratamento adequado contra a histeria, de maneira que centenas de mulheres iam ao médico para que tivessem a zona massageada e induzidas a um "paroxismo histérico", hoje conhecido como orgasmo.Dr. Mortimer não imaginaria nunca que este objeto de prazer, tornaria-se presente nas relações sexuais no século XXI, com uma funcionalidade longe de ser assoacida a tratamentos de distúrbios psicológicos.

A histeria, suposta doença que os gregos tinham descrito como "útero ardente", converte-se numa espécie de praga entre as mulheres da época. Qualquer comportamento estranho "ansiedade, irritabilidade, fantasias sexuais" era considerado como um claro sintoma e a paciente era imediatamente enviada para receber uma massagem relaxante.isto me dá vontade de rir.

No final do século XIX a quantidade de mulheres que vão à consulta é tal, que os médicos já estão com problemas de LER(Lesões por esforço repetitivo) nas mãos e pulsos e então começam a inventar todo tipo de artefatos que lhes poupe o trabalho. A variedade de vibradores daquela época é absurda, muitos modelos funcionavam com energia elétrica, outros com baterias ou gás ou água, inclusive foram desenvolvidos alguns que funcionavam a pedal. E os aparelhos tinham velocidades que variavam de 1.000 a 7.000 pulsações por minuto.Há de se concluir que se os aparelhos da época fossem utilizados neles, com certeza eles desistiriam. Prestem atenção as fotos.

Devido a grande procura e quantidade, os preços logo começaram a ser compatíveis para uso doméstico e deixaram de existir somente nos consultórios médicos. Modelos como o "Barker Universal", o "Gyro-Lator" (bastante "sui generis" este nome ) ou a "Miracle Ball" (bola mágica) começam a ser comercializados através dos jornais de tiragem nacional.

- "A vibração é a vida". - Diziam alguns anúncios.
- "Porque você, mulher, tem o direito a não estar doente". - Era o principal mote de muitos catálogos femininos onde o vibrador era publicitado como "instrumento para a tensão e ansiedade feminina". Seu uso era promovido como uma forma de manter às mulheres relaxadas e contentes (o que não é uma inverdade total).
- "A vibração proporciona vida e vigor, força e beleza". - Ou ainda: - "O segredo da juventude foi descoberto na vibração". - Eram outras campanhas publicitárias do produto à época.

Sua comercialização chegou a tal extremo que alguns modelos incluiam um adaptador que convertia o vibrador numa batedeira de bolo. Pese ao que isso possa parecer hoje, naqueles anos a aplicação do vibrador sobre o clítoris era tida como uma prática exclusivamente médica. Na concepção androcêntrica – o homem como ser humano e "masculino" no centro dos acontecimentos – da época, ao não ter contato com o interior do orgão sexual feminino, aquilo não era considerado ato sexual.

Os problemas, os tabus e a grande "sacanagem" que quase todos imaginamos hoje em dia ao ler este texto, começam mais tarde, a partir de 1920, foi a partir deste ano que os médicos abandonaram o uso do vibrador em seus consultórios pois eles começaram a aparecer em filmes pornográficos. A partir desse momento, o vibrador começou a perder sua imagem de instrumento médico e nos finais dos anos 60, início da "queima dos sutiãs", o vibrador adquiriu a conotação que tem nos dias atuais, popularizou-se como um aparelho fundamental para a vida sexual da mulher.

Bem...existe solução pra tudo, menos para a morte e para pagamento de impostos.

Algumas amostras dos primeiros vibradores.








Vou falar por mim...se dependesse de um desses vibradores para curar minha histeria, eu preferiria morrer histérica a submeter-me a um desses "perfuradores de brita". Idéias sado-masoquistas perambulavam na cabeça dos inventores ou eles não sabiam nada sobre mulheres, penso eu. Será que passaria na cabeça de uma mulher em qualquer época idealizar um instrumento de masturbação como esses? isto me tiraria qualquer possibilidade de atingimento de orgasmo...hahaha. Penso neste momento, que os atuais modelos foram adaptados por nós mulheres, pela anatomia e conforto que lhes causam, embora saibamos que remédio para este tipo de histeria é uma boa companhia, que nos possibilite bons momentos de amor, sexo e companheirismo.Isto nos dá saúde!

A maioria das imagens foi retirada do Museu do Vibrador

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Aterrissagem de risco


Para mim, este post é de utilidade pública...hahaha...vamos lá que gostamos de coisas não previsíveis, que gostamos em alguns momentos de andarmos na contra-mão da vida, buscando fortes emoções.Mas, nem tanto. Acho bizarro submeter pessoas ao acaso, à sorte, como o que vemos aqui Vejam a seguir os aeroportos mais perigosos do mundo. A ideia é considerar as pistas mais curtas para pousos e decolagens.

Começamos com a pista de St. Martin - Caribe (Foto), lá o espaço chega a 2 mil metros, mas as aeronaves quase encostam nos turistas. Já em Saint Barthélemy o número é menor, são cerca de 700 metros para o avião aterrissar.

Achou pouco? Pois bem, na pista do aeroporto de Lukla (Nepal) o espaço é de 450 metros. Detalhe: se o avião não parar ele vai direto de encontro com o Pico do Everest.

Mas, a menor pista do mundo fica no aeroporto Juancho Yrausquin, na ilha Saba (Caribe), com apenas 396 metro de comprimento. Fala sério, tem que ter coragem!


Texto baseado no post -Viagem
Aterrissagem de risco
por Vanessa Lima, redação ONNE


Pista de Saint Bartheléime


Aeroporto de Lukla- Nepal.


A menor pista do mundo- Aeroporto Juancho Yrausquin

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Haja coração!!!


Relacionamento é um assunto sério tanto para os homens quanto para as mulheres pelas diferenças de perspectivas como já mencionei no post anterior. O que escrevo aqui é apenas uma maneira de olhar o tema, na minha experiência, nas minhas observações e nos meus estudos. É o meu olhar fenomenológico e não metafísico.
O que leva as pessoas a amarem e sofrerem ao mesmo tempo?
Que sentimento é este que inunda a mente e o corpo aprisionando a alma, em algumas situações, sufocando a capacidade de viver de si mesmo e do próximo?
Que direito de posse adquirimos por encontrar a pessoa que julgamos nos fazer feliz?
Porque a necessidade de segurança é tão intensa por parte das mulheres principalmente, que chegam a afundar as relações devido a controles e regulações?
O que leva as pessoas a mentirem, num contexto onde a confiança é imprescindível para possibilitar segurança e harmonia na relação?
A forma de amar do homem é diferente da mulher?

Eu acredito que independente de ser homem ou mulher, a forma de amar uma pessoa é única e não universal. Pois cada pessoa possui uma história, um percurso de vida que lhe é único. Daí, é natural que cada relação seja rica em especificidades. Dependendo das lacunas trazidas na historicidade de cada pessoa, a satisfação conjugal pode depender do aprofundamento do conhecimento mútuo, do desenvolvimento da capacidade de cada um dos cônjuges para se deixarem influenciar pelo outro, na gestão das emoções e/ou da aquisição de competências relacionadas com a comunicação conjugal.

De um modo geral, as dificuldades associadas a uma “crise conjugal” não surgem da noite para o dia – ainda que, por vezes, os membros do casal possam considerar que o mal-estar está associado a um episódio ou mudança recente. Na verdade, é preciso tempo para que as dificuldades cristalizem e para que a insatisfação tome conta da vida de um casal, fazendo com que apareçam padrões como o sarcasmo, isolamento, o retraimento, o desprezo, o descrédito, a desconfiança ou a atitude defensiva. Ora, se um casamento pode levar anos a deteriorar-se e se a insatisfação conjugal é quase sempre fruto da acumulação de experiências emocionalmente negativas, também não é expectável que a recuperação da harmonia ocorra de forma instantânea. Pelo contrário!

À medida que a insatisfação se instala, os momentos positivos tendem a ser “apagados” da memória dos membros do casal, que se centram nos aspectos negativos e se sentem a cada dia mais desesperançados. Fixam-se, então, no que há de mais negativo no outro e alimentam a expectativa de que é possível mudar o cônjuge.

Identificar claramente os problemas da relação conjugal é muito mais do que um ato de contrição. Dessa análise também faz parte, por exemplo, o reconhecimento de que há defeitos do nosso cônjuge que sempre existiram e com os quais temos que lidar, caso queiramos manter a relação, e a assunção de que nem todos os problemas são solucionáveis.

Mas, se perceberes que trata-se de algo que dificulta a sua expressão natural de ser no mundo, vale a pena refletir sobre o sentido desta relação. Neste momento as pessoas tem que entrar num processo de recuperação do amor e do respeito por si mesmo e na recuperação do respeito e do amor pelo outro. Tem que buscar sentido do abandono da negação sistemática de si mesmo e do outro e da recuperação da biologia do amor , como a maneira ou fio central do seu viver, criando luz e abertura à realidade não pensada.

No meu entendimento vale a pena viver por um grande amor. Mas, um grande amor sobrevive num ambiente saudável,onde a trasparência, verdade e o cuidado pelo outro, torna-se a base de segurança da relação.

Tosse, amor e febre ninguém esconde

sábado, 8 de agosto de 2009

FELIZ DIA DOS PAIS


Parabenizo a todos os pais do mundo inteiro, não pelo dia determinado para homenageá-los, mas pela possibilidade de ser agraciado na condição de pai. Em especial, ao meu pai que já se foi para o plano superior, principalmente pelos valores e ensinamentos deixados como sua maior herança para ser uma pessoa saudável, justa e humana com o próximo.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Resgatando a auto-estima da patinha feia...


Susan Boyle....quem diria!
Quem viu aquela imagem de mulher sem nenhum atrativo, sem nenhum cuidado feminino, pode imaginar..."o que seria dela nessas fotos recentes, sem o photoshop, botox, etc....que seja!...

Mas, o que me chama a atenção, é a sensibilidade e a naturalidade dos gestos femininos que ela expõe nestas fotos. Tudo bem...não desprezo produções, maquiagens, gestos ensaiados. Observa-se que ela adequou-se ao padrão feminino da época : mais magra, sobrancelhas feitas, gestos sensuais, que de longe lembra a imagem anterior. Mas, ao mesmo tempo, me passa a impressão de uma descoberta pessoal...um resgate feminino...um desvelar de uma identidade feminina.
É isso aí, Susan!...você não somente mostrou para o mundo o teu talento, como está passando por uma grande prova de mostrar pra você mesma o encanto de mulher que existe dentro de ti. E utilize tudo aquilo que pode estar a teu favor para se sentir mais feminina e mais você. Só não perca a tua essência e a tua razão de ser, para dar lugar as efemeridades que o sucesso possibilita.

Mas, cá pra nós....já perceberam que a moda das celebridades agora é realizar ensaios fotográficos ?...Susan Boyle, Brad Pitti, Angelina Jolie, Madonna...afff....esse povo não tem mais o que fazer?

















Susan Boyle realizou um ensaio fotográfico para a revista "Harper’s Bazaar" em um castelo no interior da Inglaterra

Conto de fadas para mulheres do séc. 21


Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.


Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...


E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: - Nem fo...den...do!

(Autor desconhecido)


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ela só quer conversar....

Ela quer ser ouvida, mas ele pensa que ela quer soluções.

Quando uma mulher sensivelmente compartilha sentimentos de tristeza ou enumera em voz alta os problemas do seu dia a dia, os homens tendem a acreditar que ela está buscando soluções, enquanto elas querem somente serem ouvidas. Elas falam de problemas para se aproximarem, para fortalecer a cumplicidade da relação. Eles não sabem que para as mulheres, conversar sobre problemas não é um convite para oferecer soluções, necessariamente.

Bem…de nada vale tentar compreender estas situações, se não compreendermos um pouco a perspectiva de cada um. No site, http://www.rougebatom.blogspot.com/, repasso um pouco desta eterna busca de encontro das águas entre os homens e as mulheres.

domingo, 2 de agosto de 2009

Para amar uma mulher


Para amar uma mulher é preciso saber escutar cada sorriso.
Sejam abertos ou fechados, ou apenas prenunciados.
Numa pluralidade, o valor singular.
Em seu disfarce ou sinceridade, a forma da mulher se expressar.
Quando um “não” é dito como “sim”...
Para amar uma mulher é assim: sinta cada fio do seu cabelo.
Fronteira entre a força e a delicadeza

No toque macio, enxergar a aspereza as dores que ela guarda
dentro do peito e querer saná-las de qualquer modo, custe o que
custar, de qualquer jeito.

Sussurrar que a amará por duzentos anos,
a toda hora, a vida inteira.
Porque só um poeta e uma mulher sabem o poder das palavras...
Para amar uma mulher ainda que não a entendas, aceita-a.
E a deita em teu colo no desespero.
Daquele choro sem motivo, em exagero.
E elogia aquele batom que te convida.
Daquele sem finalidade, em despedida...
Perdoa suas fraquezas, seu lado enciumado.
Compreenda que neste campo minado,
se nela pisares,
ela explodirá.

Para amar uma mulher, não é preciso esperar...
Ela já te espera, sabe que existes.
Aceita esta poesia-palpite de uma mulher que ama, apaixonada.
Que para amar uma mulher,
basta fazer com que ela se sinta amada.

Rivalcir Liberato

Livro: Quando me sinto triste

Nós sentimos tristeza de vez em quando. Este é um sentimento solitário e silencioso. Falar com alguém sobre a nossa tristeza pode nos ajudar a comprender melhor este sentimento.O que fazer quando seu filho se sente triste? No final deste livro, em nota para os pais e educadores, escrita por uma psicóloga infantil, você encontrará orientações importantes.

UM LIVRO COM CAPA DURA E PÁGINAS COM RELEVO

My Journey

Trata-se de um blog pessoal, onde sinto-me à vontade para falar sobre my way and my journey.

Amigos que Acompanho

Acompanham-me..!!

Quem Sou

A minha foto

Eu pensei que me conhecia, mas eu me imaginava. Eu pensei que existiam somente duas Marys dentro de mim. Uma que eu a controlava, outra que me controlava. No entanto, comecei a tirar os véus da imaginação e me dei conta que existem muitas mulheres dentre deste corpo pequeno e frágil. Por isto, ele era tão complexo e vulnerável.A partir daí, comecei a compreender a fala da minha incompreensão, tentando ser menos severa comigo, para ser mais amável e tolerante para aceitar que sou o que sou, sem nenhum compromisso em querer ser politicamente correta para agradar aos outros. Isto me acalma e me faz ver-me diferente. Sou mulher, mãe, profissional, deusa, amante, cidadão do mundo, vivendo intensamente meu universo feminino. Isto é o que chamo de entrega de mim à mim, mesma. Sou seguidora incondicional de Jesus Cristo.

Bem....

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Obrigada pela visita e volte sempre!

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