sábado, 11 de abril de 2009

E então...


Vi, no trânsito da sexta-feira passada, o motorista do carro ao lado descascando uma laranja com os dedos, os dois braços para fora da janela lançando cascas para todos os lados.

Em seguida, enfiou-a na boca com uma mão, engatou a primeira com a outra, e saiu cuspindo caroços.

Mais adiante, jogou uma lata de cerveja, quase afetando uma moto que vinha atrás.

Apesar de ter sido ele a comer daquela forma abjeta, quem ficou ruminando fui eu.

Sem querer entrar num discursos vazio, fiquei pensando se aquela pessoa algum dia, dará conta da total desatenção que ele tem para com o meio ambiente, com o próximo e consigo próprio.

O que se pode ainda fazer para pessoas desavisadas como aquela, adquirirem uma educação calcada na ética e respeito, de maneira a se atualizarem com a nova concepção de melhoria do planeta? Será que a questão é de falta de conhecimentos ou de uma disposição afetiva para fazer a diferença?

UMA PESSOA QUE PASSA A VIDA TODA FALANDO ERRADO, O QUE ESTÁ ERRADO NÃO É O PORTUGUÊS, MAS A ATITUDE DE TOMAR CONTA DE SI.

Kierkergaard fazia uma ponte com o Gênesis para falar sobre escolha quando partia do seguinte trecho: “Porém os frutos da árvore do bem e do mal não comerás”.

Segundo o mesmo, a imposição de Deus era tida como proibição, onde sua desobediência lhes dava a possibilidade do BEM e do MAL.

A proibição provocava o vislumbrar de dois POSSÍVEIS. Dessa forma Adão descobre a condição de liberdade. Afirma Kierkegaard, que a proibição inquieta o homem, pois desperta-lhe a possibilidade de poder.

O poder da escolha traz a ambiguidade e angústia. Poder escolher implica em tornar-se responsável pelo seu destino.

Daí, ser responsável pelo nosso destino e dos outros é uma simples questão de escolha.

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Trata-se de um blog pessoal, onde sinto-me à vontade para falar sobre my way and my journey.

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Eu pensei que me conhecia, mas eu me imaginava. Eu pensei que existiam somente duas Marys dentro de mim. Uma que eu a controlava, outra que me controlava. No entanto, comecei a tirar os véus da imaginação e me dei conta que existem muitas mulheres dentre deste corpo pequeno e frágil. Por isto, ele era tão complexo e vulnerável.A partir daí, comecei a compreender a fala da minha incompreensão, tentando ser menos severa comigo, para ser mais amável e tolerante para aceitar que sou o que sou, sem nenhum compromisso em querer ser politicamente correta para agradar aos outros. Isto me acalma e me faz ver-me diferente. Sou mulher, mãe, profissional, deusa, amante, cidadão do mundo, vivendo intensamente meu universo feminino. Isto é o que chamo de entrega de mim à mim, mesma. Sou seguidora incondicional de Jesus Cristo.

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