quinta-feira, 30 de abril de 2009

O menino do pijama listrado


Seria leviano, e até irresponsável, rotular a obra literária "O menino do pijama listrado", de John Boyne, como mais um melodrama sobre o Holocausto protagonizado por crianças. O livro, na minha opinião, foi construído de forma consistente e com bom gosto, sem apelações. Apesar de seguir uma linha existencialista, o autor considerou desnecessário perder tempo mostrando explicitamente o horror por que passavam os judeus nas mãos dos nazistas - isto já é do conhecimento do leitor.
A história é uma espécie de fábula, cujos personagens são a família de um comandante nazista e um judeu prisioneiro, de apenas 09 anos. No turbilhão do caos, nasce uma amizade entre o filho do comandante com o menino judeu, separados por uma cerca eletrificada de um campo de concentração. O livro retrata isso, usando o olhar puro de uma criança para falar do absurdo descomunal do Holocausto. Vamos desvelando a história aos poucos, por meio das perguntas do ator principal, como um explorador infantil em busca de aventuras. E é exatamente esse o charme, o fascínio e o encanto desse livro de 186 páginas.Uma fábula sobre uma amizade, sobre a pureza e a inocência das crianças em contraste com os piores crimes que o homem já ousou cometer.
O desfecho é surpreende, pois vai bem mais longe do que o espectador poderia supor.
Considero este, um dos livros mais incríveis que já li, me lembrando um pouco da fábula do Pequeno Principe, de Antoine Exupery. John Boyne , é um absurdooo de bom e vale a pena conferir sua obra literária.

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Eu pensei que me conhecia, mas eu me imaginava. Eu pensei que existiam somente duas Marys dentro de mim. Uma que eu a controlava, outra que me controlava. No entanto, comecei a tirar os véus da imaginação e me dei conta que existem muitas mulheres dentre deste corpo pequeno e frágil. Por isto, ele era tão complexo e vulnerável.A partir daí, comecei a compreender a fala da minha incompreensão, tentando ser menos severa comigo, para ser mais amável e tolerante para aceitar que sou o que sou, sem nenhum compromisso em querer ser politicamente correta para agradar aos outros. Isto me acalma e me faz ver-me diferente. Sou mulher, mãe, profissional, deusa, amante, cidadão do mundo, vivendo intensamente meu universo feminino. Isto é o que chamo de entrega de mim à mim, mesma. Sou seguidora incondicional de Jesus Cristo.

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